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15/08/2012

Campanha inédita incentiva atualização da caderneta de vacina de 14,1 milhões de crianças

Foto: Divulgação
Campanha inédita incentiva atualização da caderneta de vacina de 14,1 milhões de crianças

Crianças menores de cinco anos de idade devem ser levadas a um posto de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS) para que a caderneta de saúde seja avaliada e o esquema vacinal atualizado. A campanha do Ministério da Saúde foi lançada nessa terça-feira (14) e será realizada em parceria com as secretarias estaduais e municipais de todo o País. A ação ocorrerá de 18 a 24 de agosto, sendo 18 o dia D de mobilização nacional. O público-alvo é de 14,1 milhões de crianças.  

Estarão disponíveis todas as vacinas do calendário básico: BCG, hepatite B, Vacina Oral Poliomielite (VOP), rotavírus, pneumocócica 10 valente, meningocócica C conjugada, febre amarela, tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba) e DTP (difteria, tétano e coqueluche). Além dessas, a pentavalente e a Vacina Inativada Poliomielite (VIP), que passam a fazer parte do calendário básico. 

“A partir de agora, no primeiro semestre, haverá a campanha de vacinação com as gotinhas para combater a poliomielite. No segundo semestre, teremos a campanha de atualização da caderneta infantil”, explicou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. 

Para a operacionalização desta campanha, serão disponibilizados cerca de R$ 18,6 milhões, transferidos do Fundo Nacional de Saúde (FNS) aos fundos estaduais e municipais. Aproximadamente 34 mil postos fixos de vacinação estarão abertos, além dos volantes. Haverá o envolvimento de 350 mil profissionais de saúde e a utilização de cerca de 42 mil veículos. 

Pentavalente - A vacina pentavalente é injetável e reúne em uma única aplicação a proteção de duas vacinas distintas, a tetravalente - que deixa de ser ofertada e protege contra difteria, tétano, coqueluche e Haemophilus influenzae tipo b (meningite e outras doenças bacterianas) - e a vacina contra a hepatite B.

Será administrada aos dois, aos quatro e aos seis meses de vida. Além desta vacina, a criança manterá os dois reforços com a DTP. O primeiro deverá ser administrado aos 12 meses e o segundo aos quatro anos. Os recém-nascidos continuam a receber a primeira dose da vacina hepatite B nas primeiras 24 horas de vida, preferencialmente nas 12 horas, para prevenir a transmissão vertical. A vacina hepatite B também ficará disponível a outras crianças que já tinham esquema completo para tetravalente, mas não tinham para a hepatite B.

Pólio Inativada - A partir de agora, as crianças que nunca foram imunizadas contra a paralisia infantil vão tomar a primeira dose aos dois meses e a segunda aos quatro meses, com a vacina poliomielite inativada, de forma injetável. Já a terceira dose (aos seis meses) e o reforço (aos quinze meses) continuam com as duas gotinhas.

Enquanto a pólio não for erradicada no mundo, o Ministério da Saúde continuará a utilizar a vacina oral poliomielite (VOP), pois ainda existem três países (Nigéria, Afeganistão e Paquistão) endêmicos para a doença. O Brasil já está se preparando para utilizar apenas a vacina inativada quando ocorrer a erradicação da doença no mundo. 

Crianças das regiões Norte, Nordeste e parte de Minas Gerais receberão doses de vitamina A

O Ministério da Saúde vai disponibilizar megadoses de vitamina A para repor as deficiências nutricionais em crianças de 6 meses a 5 anos incompletos. A medida faz parte da ação Brasil Carinhoso, lançada em maio deste ano, e que tem como meta a superação da extrema pobreza na primeira infância.  O dia de mobilização também será no próximo sábado (18). Para a campanha, serão priorizados os estados das regiões Norte e Nordeste, e as cidades das regiões do Vale do Mucuri e Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, totalizando 2.434 municípios.

Para as demais regiões do País, no decorrer do ano, a suplementação será realizada durante a rotina de Atenção Integral à Saúde das Crianças, que acontece nas Unidades Básicas de Saúde. Até o fim de 2012, a suplementação será ampliada às demais unidades da federação, contemplando 3.034 cidades. Serão incluindo todos os municípios prioritários do Plano Brasil Sem Miséria, além dos 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas.

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